Conversas de moro e Daltan
Foto: Rosinei Coutinho/SCO/STF

Nesta sexta-feira (6), a Procuradoria Geral da República (PGR) sobre a troca de mensagens entre o então juiz Sergio Moro e o coordenar a Operação Lava Jato em Curitiba, o procurador Deltan Dallagnol, sobre papéis encontrados na casa de um executivo da Odebrecht em junho desse ano.

O parecer de Augusto Aras é que conversas entre Ministério Público e juízes, sem a presença de advogados, é algo absolutamente norma.

“Em nosso sistema, a lei não exige que uma parte só tenha contato com o julgador na presença da outra. É absolutamente comum que membros da Advocacia e do Ministério Público conversem com o julgador sem a presença da outra parte”, diz o comunicado de Augusto Aras.

O PGR afirmou ainda que, mesmo se as mensagens fossem comprovadamente reais, não poderiam ser classificadas como conduta ilícita. Isso porque as conversas não passaram por uma perícia técnica e ainda por cima foram obtidas por meio da invasão de um hacker.

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